Linha inaugural - fonte: http://www.metro.sp.gov/
A implantação de um novo sistema de transporte foi rejeitada pela prefeitura. Não podemos afirmar, mas dizem que a demora na implantação da rede metroviária na cidade de São Paulo, teve interesses políticos, financeiros e de ego. Acreditava-se que os veículos sobre rodas seriam a revolução do transporte, pois deixaria as pessoas mais livres para irem aonde quisessem e em um tempo menor.
Na década de 1940 foram apresentados mais alguns projetos, entre eles, um do engenheiro Mário Lopes Leão, que propunha uma rede de linhas partindo do centro e ligadas entre si por um anel metroviário. Mas o projeto não vingou, assim como, outros durante os anos 50.
Em 1963, o então prefeito Prestes Maia, com o apoio do governador do Estado, Ademar de Barros, criam as comissões estadual e municipal para os estudos de criação do metrô.
Com a instauração do regime militar, o Brigadeiro Faria Lima assume a prefeitura de São Paulo e torna o projeto do metrô sua principal meta. Em 1966, é encaminhado à Câmara Municipal pedido de autorização para criação da Companhia do Metropolitano de São Paulo, aprovado na forma da lei municipal nº 6988 em 26 de dezembro de 1966.
Com a decadência e a falta de investimentos, o sistema de bondes da cidade é desativado em março de 1968 e a Companhia do Metropolitano é fundada, iniciando as obras da linha Norte-Sul (Jabaquara-Santana).
Somente em 1975 a linha Norte-Sul é concluída e começa a operar comercialmente. Alguns anos depois, iniciam-se as operações da nova linha (Leste-Oeste) concluída oficialmente em 1988.
Os anos 1990 foram marcados pela ampliação da rede metroviária, estendendo a linha Norte-Sul, agora chamada de linha 1, até o Tucuruvi e inaugurando a linha 3 Ana Rosa-Vila Madalena. Com essa extensão dos ramais, o metrô começa a transportar um número cada vez maior de passageiros, que buscam, segurança e rapidez no transporte urbano tão prejudicado pelo excesso de veículos.
Fontes: - Wikipédia

